Identificar perigos
Reconhecer fatores ligados a demandas, ritmo, autonomia, apoio, relações, assédio, comunicação, mudanças e condições de execução.
NR-1 · GRO/PGR · riscos psicossociais
A PsicoRisk conecta os fatores psicossociais relacionados ao trabalho à estrutura da organização, ao inventário de riscos, ao plano de ação e às evidências - com privacidade e validação profissional.
O que a NR-1 pede
Desde 26 de maio de 2026, o capítulo 1.5 da NR-1 inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A análise precisa considerar a organização real do trabalho, registrar decisões e acompanhar medidas de prevenção.
Reconhecer fatores ligados a demandas, ritmo, autonomia, apoio, relações, assédio, comunicação, mudanças e condições de execução.
Relacionar fatores aos grupos expostos, controles existentes, severidade, incertezas e necessidades de aprofundamento.
Definir medidas, responsáveis, prazos, evidências e critérios de verificação para manter o processo vivo no GRO/PGR.
A tecnologia apoia organização e rastreabilidade. Escopo, metodologia e conclusões dependem do contexto e da validação profissional.
Plataforma de governança para organizar, documentar e acompanhar fatores de risco psicossociais, conectando SST, gestão, pessoas e evidências.
Acessar psicorisk.com.brPedir apresentaçãoEstrutura unidades, setores, processos, funções, atividades, vínculos e grupos de exposição.
Campanhas autorizadas, resultados gerenciais agregados e permissões por perfil.
Relaciona fatores a medidas, responsáveis, prazos, prioridades e verificação.
Preserva origem, período, metodologia, limitações, versões e evidências.
A tecnologia organiza; profissionais habilitados validam e decidem.
Acompanha pendências, eficácia, novas campanhas e revisões.
Privacidade e limites
A gestão psicossocial ocupacional observa fatores relacionados ao trabalho. Ela não transforma respostas individuais em diagnóstico clínico, exposição pessoal ou decisão automática.
Implantação
O ponto de partida pode ser um PGR estruturado, um acervo disperso ou uma organização que ainda precisa construir o processo. A proposta vem depois da triagem.
Estrutura, documentos, responsáveis, escopo e lacunas.
Fatores, fontes, grupos, controles e participação autorizada.
Resultados validados, inventário, medidas e plano de ação.
Evidências registradas e efetividade das medidas verificada.

Responsabilidade técnica e coordenação
Engenheiro Civil e Engenheiro de Segurança do Trabalho, CREA-PR 65814/D, com Especialização em Neuropsicanálise Clínica pela FAMEESP e atuação em gestão de riscos, documentos técnicos e integração de evidências. Essa formação acadêmica não substitui profissionais clínicos habilitados no cuidado individual.
Perguntas frequentes
Não existe questionário único imposto pela NR-1. A metodologia deve ser compatível com o contexto e as referências aplicáveis. Questionários podem apoiar, mas não substituem a análise da organização do trabalho.
Não. O objetivo ocupacional é identificar e gerenciar fatores relacionados ao trabalho. Diagnóstico e cuidado clínico pertencem aos profissionais de saúde habilitados.
A plataforma conecta estrutura organizacional, participação protegida, resultados agregados, inventário, plano de ação, responsáveis, prazos, documentos e evidências.
Não. A PsicoRisk organiza informações e apoia o processo. Avaliação, validação e decisões permanecem com profissionais habilitados e com a organização responsável.
Conte o porte, os setores, o cenário atual do PGR e a principal necessidade. A conversa inicial define o próximo passo sem prometer solução antes de conhecer o contexto.